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Por estratégia, PT pode abrir mão de candidatura ao Senado em MS

O Partido dos Trabalhadores (PT) pode aderir estratégia nacional para a eleição do próximo ano em Mato Grosso do Sul

Redação Digital
Por: Redação Digital Fonte: Investiga MS
13/06/2025 às 10h21
Por estratégia, PT pode abrir mão de candidatura ao Senado em MS
Foto: Divulgação

Para conter a ofensiva liderada por Jair Bolsonaro (PL) nas vagas para o Senado, o partido pode adotar direcionamento nacional e até abrir mão da candidatura.

A estratégia nacional é apoiar candidaturas que têm chances e não fazem parte do grupo mais ligado a Jair Bolsonaro. Em Mato Grosso do Sul, o PT tem como pré-candidato o deputado federal Vander Loubet (PT), mas também tem como opção a ministra do Planejamento de Lula, Simone Tebet (MDB).

A reportagem conversou com algumas lideranças petistas sobre a possibilidade de o partido apoiar Vander e Simone para o Senado. A maioria entende que duas candidaturas, mesmo com duas vagas disponíveis, poderia prejudicar o grupo e dificultar a vitória.

O deputado Zeca do PT afirmou que não acredita em duas candidaturas do governo Lula para o Senado em Mato Grosso do Sul. Ele defende que o grupo tenha apenas um candidato e não descartou apoio a Simone, caso ela seja a escolhida do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Pré-candidato do PT em Mato Grosso do Sul, Vander ressalta que foi escolhido, por unanimidade, como o pré-candidato do partido ao Senado. Sobre Simone, disse que, embora seja aliada, é filiada ao MDB, que decidirá sobre candidatura ou não dela.

Indagado sobre a possibilidade de composição, o deputado federal disse que a discussão será feita apenas no próximo ano. Vander aproveitou a oportunidade para afirmar que está muito confiante nas medidas econômicas que serão adotadas pelo Governo Federal, que na avaliação dele, pode levar Lula a vencer até no primeiro turno.

Diante deste otimismo, ele reforça a necessidade de uma candidatura do partido ao Senado no próximo ano.

Embora Vander descarte, a reportagem apurou que ele já declarou a algumas lideranças petistas que seguirá orientação do presidente Lula e pode abrir mão para apoiar Simone, caso seja uma decisão do grupo.

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