Política Política
Bolsonaro vai ter que ser preso e pagar pelos crimes que cometeu e não tem anistia, diz Vander
Em entrevista, o petista destacou a independência entre os poderes e defendeu a decisão do Supremo Tribunal Federal, atacado pelos bolsonaristas.
19/07/2025 08h23
Por: Redação Digital Fonte: O Jacaré
Deputado citou Lula que respeitou decisão da Justiça até quando foi preso e sempre lutou para provar inocência (Foto: Arquivo)

O deputado federal Vander Loubet (PT) afirmou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) vai pagar pelos crimes que cometeu e não terá direito a anistia. 

Nesta sexta-feira (18), o ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou o monitoramento eletrônico de Bolsonaro e o proibiu de usar as redes sociais e se de comunicar com o filho, o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL), que se auto exiliou nos Estados Unidos.

“O Bolsonaro cometeu crime, taí o crime, foi denunciado, tem o processo, vai ser julgado”, afirmou Loubet. O deputado destacou que os culpados devem pagar pelos crimes e não tem direito ao perdão.

Continua após a publicidade

“É inadmissível a gente fazer qualquer tipo de concessão, ainda mais anistia, não tem anistia, não tem anistia. As pessoas que cometeram crimes têm que pagar”, pregou o deputado federal.

Ele citou o presidente Luiz Inácio Lula da Silvas (PT) como exemplo, que respeitou a decisão da Justiça, foi julgado, condenado e ficou preso por 584 dias. “Ele falou que não cometeu e ganhou”, destacou Vander.

“O Bolsonaro vai ter que ser preso, pode escrever isso porque cometeu o crime”, acusou o deputado. Ele frisou que as acusações foram confirmadas pelo ajudante de ordens do ex-presidente, no caso o major Mauro Cid e pelos generais, que foram comandantes das Forças Armadas na gestão bolsonarista.

Em seguida, Vander enumerou os crimes, como as 700 mil mortes causadas pela covid-19 durante a pandemia porque o ex-presidente foi contra a vacina e ainda defendia medicamentos sem qualquer efeito científico, como a ivermectina e cloroquina. Ele ainda citou a bomba deixada no Aeroporto Internacional de Brasília e a invasão do Congresso pelos bolsonaristas.