
O mercado físico do boi gordo encerra a semana com negócios acima da referência média em determinados estados.
Segundo o analista de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, os frigoríficos vêm encontrando maior dificuldade na composição de suas escalas de abate, que no momento atendem entre seis e oito dias úteis na média nacional.
“O mercado segue atento à demanda relacionada a Copa do Mundo, tanto interna, quanto externa, com embarques aquecidos aos Estados Unidos, sede do evento. Além disso, a progressão da cota chinesa é outro elemento central a ser considerado na formação de tendência ao longo de 2026, com perspectiva de esgotamento da cota entre os meses de junho e julho”, comenta Iglesias.
O mercado atacadista encerra a semana apresentando acomodação em seus preços ao longo da sexta-feira.
Para o mês de junho é grande a expectativa em torno da Copa do Mundo, com bom potencial de demanda com o evento em questão como catalisados.
“A carne bovina segue menos competitiva na comparação com as proteínas concorrentes, em especial na compara com a carne de frango”, avalia Iglesias.
O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,26%, sendo negociado a R$ 5,0450 para venda e a R$ 5,0431 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,0351 e a máxima de R$ 5,0711. Na semana, o dólar subiu 0,33%. Em maio, a moeda teve valorização de 1,87%.